Contos Infantis

09:04

Buenas!

Em 2011, participei de um concurso do SESC DF, chamado Prêmio SESC de Contos Infantis - Monteiro Lobato. Eu tinha escrito um textinho, Borboletas, acho que em 2009 e que tinha ficado por aí. Publiquei no blog e pronto. Nessa do por que não, mandei. Fui selecionada para a coletânea e aí toca a esperar a publicação, entrar em contato com o pessoal do Sesc, até que imaginei que era um daqueles embustes e deixei pra lá. No último mês, depois de uma troca de e-mails iniciada por eles, combinam comigo de enviar as cópias do livro e pronto! Ontem eles aparecem aqui em casa!!

Igual a uma criança que ganha brinquedos no Natal, assim que o porteiro me deu o pacote pardo, abri, já imaginando o que seria. Rasguei tudo em 3 segundos, esperando o elevador chegar e estavam lá: as cinco cópias do livro infantil. Cheguei em casa pulando - Fiona, a cachorra, saiu correndo e se escondeu debaixo da cama - e querendo falar com o mundo.

É muito fácil ser feliz. O livro veio todo fofo, colorido, a fonte uma delícia de ler. Até ilustração tem! Eles foram super cuidadosos na edição, eu achei, não que eu entenda muita coisa de fazer livros. E também estou apaixonada por ele, então rola aquele momento de ilusão cega.

Mas, voltando, a sensação é muito gostosa! Não pela premiação em si, mas por ser um livro, porque agora a estória vai fazer parte - e aqui rola um rio de esperança - da vida e imaginário de outras pessoas. E não por vaidade, mas para compartilhar histórias, ideias. Um pouco como o blog, mas com outra dimensão e voltado pra crianças! É legal imaginar que outras pessoas concordaram com você, que curtiram suas ideias, que encontraram ali, alguma razão para te espalharem, ainda que seja só uma estória pra criança.

Cheguei no trabalho ainda pulando de alegria, como se tivesse ganhado na loto. Isso é bacana, dá uma estimulada legal, te retorna ideias, te investe de pensamento criativo e claro, porque ninguém é o suprassumo da humildade eterna, algum orgulho. Consegui falar com minha avó Lita, que escreveu um livro inteiro à mão, num caderninho e que me dá a força de sempre; falei com minha outra avó Angélica, porque ela é incrível, uma força que não sei de onde vem; com minha irmã linda e com meus pais, claro, sem eles, nada feito, são sempre os primeiros.

A internet ajudou a dividir isso com quem está longe e pude receber o carinho e apoio dos amigos. Essas comemorações são cada vez mais raras, eu acho. Normalmente essas redes sociais são cheias de abobrinhas e coisas que preferíamos não saber sobre os outros, mas a facilidade de comunicação também pode ser útil. Meus 15 minutos de fama se foram, mas a sensação gostosa continua. Quem sabe daí não saem mais maluquices da minha cabeça?

Para comprar: vou ver se o livro vende em algum lugar além do próprio SESC DF, que dificulta bastante a vida. Vou pedir alguns, em todo caso. Sei que é baratinho, 10 reais, mas lá em Brasília!



HISTÓRIAS SEMELHANTES

2 comentários

  1. Opaaaa....vc nem conentou comigo cara-pálida! Meus super parabéns, que sucesso, amei saber. Agora, tipo assim, claro que quero um exemplar para ler para Pedro e Ana e dizer que a historinha é da tia Tati!!!!

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  2. Hihihihi... que desenho fofo da menininha. Parece até com você! Puxa, parabéns, Tati! Você escreve bem pra gente grande, que dirá pra gente pequena! Fiquei super curiosa pra ler.

    Bjos e sucessos, cada vez mais!

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